Ação do aluno

O ensino escolar deve estar baseado na primazia da ação do aluno. Esta ação demanda uma pedagogia de projetos e uma pedagogia da pesquisa para garantir resultados. Por isso, é o aluno que, em sala de aula ou fora dela, deve sentir, perceber, compreender, conceituar, raciocinar, transformar, ao invés do atual quadro pedagógico decalcado no trabalho expositivo do professor e na memorística repetição verbal do aluno. Sem ação do aluno não há aprendizagem. Cabe recordar o provérbio chinês: "se ouço, esqueço; se vejo, recordo; se faço, aprendo". Todo conhecimento procede da ação.
Toda produção científica é fruto de um trabalho coletivo. Não há foro íntimo no processo de aprendizagem. Aliás, saber trabalhar em equipe é uma exigência fundamental em qualquer atividade.
Nossas dúvidas e certezas, foram escolhidas e questionadas com a interatividade dos alunos, na medida em que foram desencadeando perguntas instigantes a partir de um objeto de estudo.
Na interatividade e colaboração dos alunos, se fortalece a autonomia e a aprendizagem de procedimentos e atitudes sadias como cooperação, responsabilidade, relação com o meio ambiente, com as pessoas e com os instrumentos de trabalho.
Aliás, o aluno se projeta naquilo que faz, e aquilo que ele faz o projeta: seja um texto, uma maquete, uma simulação experimental...não importa.
A construção do conhecimento se dará a partir do cotidiano, da vida real, de pesquisas, de experiências, da observação, da análise do ambiente à sua volta, da troca de ideias em grupo e das atividades desenvolvidas, propondo a ação das mãos e dos sentidos à reflexão.
O resultado deste trabalho será postado, através de registros, respeitando a peculiaridade de cada turma citada no grupo.


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